
O céu de Itaquiraí ganhou uma coluna de fumaça diferente na manhã desta quinta-feira (16). Em uma ação para dar destino definitivo ao material apreendido, autoridades locais incineraram cerca de 1.000 quilos de drogas retiradas de circulação em operações recentes na região.
O trabalho teve início por volta das 8h30, nos fornos de uma indústria do município. O que antes representava risco à população e lucro para o crime organizado foi completamente destruído sob altas temperaturas.
O “estoque” do crime que virou fumaça
A quantidade chama atenção pela diversidade e pelo volume. Ao todo, foram incinerados:
- 817 quilos de maconha, a maior parte da carga;
- 54 quilos de skunk, versão mais potente da droga;
- 9,5 quilos de haxixe, substância de alto valor no mercado ilegal.

Todo o material é resultado de apreensões realizadas nas últimas semanas, principalmente em rodovias e áreas urbanas. Por estar localizada próxima à fronteira, a região costuma registrar grande volume de tráfico, e a destruição é a etapa final para impedir que essas drogas retornem às ruas.
Fiscalização rigorosa durante a incineração
A ação foi acompanhada de perto por diversas autoridades para garantir a legalidade e a segurança do processo. Estiveram presentes o delegado responsável pelo município, representantes da Vigilância Sanitária, além de membros do Ministério Público e do Judiciário.
A presença da Vigilância Sanitária assegurou que a queima fosse realizada dentro dos padrões ambientais, sem riscos à saúde pública. Já o acompanhamento judicial teve como objetivo garantir que toda a quantidade apreendida fosse, de fato, destruída.
Segundo o delegado Silvio Ramos, a incineração representa o encerramento de um ciclo no combate ao tráfico. “Retiramos a droga de circulação, responsabilizamos os envolvidos e damos o destino final adequado. É a comprovação de que o trabalho das equipes traz შედეგados concretos para a segurança da população”, afirmou.
Com a conclusão do procedimento, as forças de segurança seguem intensificando as fiscalizações na região, com o objetivo de interceptar novos carregamentos e reduzir a atuação do tráfico no estado.
Por: Redação – Mato Grosso do Sul-Notícias * com informações da Sejusp/MS – Foto/Vídeo: Divulgação Sejusp/MS – Polícia Civil








